Pernambuco

Secretaria de Defesa Social expulsa 9 policiais após acusações de crimes cometidos em Pernambuco


Nove policiais militares foram excluídos da corporação após crimes cometidos em Pernambuco, segundo decisões publicadas no Diário Oficial do Estado, nesta quarta-feira (26/08). As punições tiveram como base investigações conduzidas pela Corregedoria da Secretaria da Secretaria de Defesa Social (SDS).

As portarias foram assinadas pelo secretário Alessandro Carvalho. Um dos punidos com a exclusão foi o 2º sargento Luiz Carlos da Silva, condenado a oito anos e três meses de prisão por homicídio qualificado. O crime ocorreu em um bar no município de Caruaru em 26 de junho de 2021.

O segundo foi o 1º sargento Samuel do Carmo Santos. A SDS afirmou, em portaria, que ele foi investigado por agredir a filha com socos, puxões de cabelo e coronhadas. Ele estaria sob efeito de bebida alcoólica no momento da violência, em 27 de maio de 2025.

O terceiro foi o cabo José Pedro da Silva Filho, condenado a 14 anos de prisão também por homicídio qualificado. A portaria não detalha o crime.

O quarto foi o soldado Joilton Feitosa de Souza, preso em flagrante ao tentar fraudar o concurso público para a Guarda Municipal de Petrolina ocorrido em 30 de junho de 2019.

O quinto foi o cabo Cristiano José dos Santos, acusado de fugir do Centro de Reeducação da Polícia Militar, em Abreu e Lima, em 21 de dezembro de 2022, onde estava recolhido por força de mandado de prisão preventiva.

O sexto foi o 3º sargento Jean Teixeira de Lima, acusado de praticar atos libidinosos com uma jovem portadora de transtorno do espectro autista na residência dele, em Olinda, no Grande Recife, ao longo de 2019.

O sétimo excluído da corporação foi o 2º sargento Diego Armando Oliveira. A SDS afirmou, na portaria, que ele foi flagrado pela polícia recebendo pedras de crack de uma traficante de drogas.

O oitavo foi o soldado José Mário Augusto da Silva, acusado de manter vínculo com integrantes de uma organização criminosa, “com participação, ainda que indireta, em atividades relacionadas ao levantamento de informações acerca de possíveis vítimas”.

A última punição de exclusão foi para a soldado Patrícia do Nascimento Queiroz, acusada de participar de roubos e ocultar veículos roubados. “Comportamento incompatível com os valores exigidos pela corporação”, disse o secretário, em portaria.

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