Começou o Mundial ‘mais caro e mais politizado da história’

A edição da Copa dos Estados unidos, Canadá e México, já é de longe a mais politizada, a mais cara, e possivelmente a mais quente ou a mais poluidora também. E, sem dúvida, a mais lucrativa para a Fifa.
Enquanto todos os olhares do mundo do futebol se voltaram para a Cidade do México, frente ao jogo inaugural da Copa, os países anfitriões oferecem uma imagem clara do que irá tornar as próximas semanas tão fascinantes e, ao mesmo tempo, tão desafiadoras.
O lendário Estádio Azteca, marco do futebol mundial, fez história como o primeiro a receber a abertura de três Mundiais diferentes.
O torneio ampliado, ou seja realizado em 3 países, será o evento mais lucrativo da história do esporte — e ocorrerá no mercado esportivo mais comercializado do mundo. As previsões indicam que a Fifa gere uma receita recorde de US$ 9 bilhões (cerca de R$ 46 bilhões), apenas neste ano.
Por outro lado, os ecologistas afirmam que este será o evento “mais prejudicial para o clima” da história da Copa do Mundo. A grande dependência de viagens aéreas irá gerar o equivalente a mais de 9 milhões de toneladas de dióxido de carbono, quase o dobro da média dos quatro Mundiais anteriores.
Nunca antes na história das Copas, por exemplo, um país anfitrião esteve em guerra com uma nação participante, sendo atualmente o que acontece entre Estados Unidos e irá.
Apesar das controversas, o presidente da FIFA Gianni Infantino, descreveu este primeiro Mundial disputado em três países, com 48 seleções e 104 partidas, como a edição mais inclusiva, acolhedora e unificadora do torneio já promovida até hoje.





