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Professora furtou amostras de vírus que pode causar risco a saúde pública

Amostras de vírus teriam sido furtadas do laboratório de virologia da Unicamp, uma área que tem nível 3 de biossegurança (NB-3), que exige protocolos rigorosos e é, atualmente, o nível mais alto possível para se estudar agentes infecciosos (como vírus e bactérias) em laboratórios no Brasil.

A principal suspeita é a professora doutora Soledad Palameta Miller. A pesquisadora vai responder por expor a perigo a vida e saúde de outras pessoas, por transporte irregular de organismo geneticamente modificado e por fraude processual, de acordo com a Justiça Federal.

Miller foi presa em flagrante na segunda-feira (23), depois que a Polícia Federal encontrou as amostras virais em laboratórios da universidade usados pela professora. Na decisão judicial, o tipo de material – até então mantido em sigilo pelos órgãos públicos – é tratado como vírus.

A defesa da docente afirma que não há materialidade na acusação e que ela utilizava o laboratório do Instituto de Biologia, de onde as amostras foram retiradas, por não possuir estrutura própria.

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