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Paraíba registra morte por raiva humana

A Paraíba estava há cinco anos sem registros de mortes por casos de raiva humana no estado até o falecimento de um homem no Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), no último domingo (4) em decorrência da doença. O último caso tinha sido a morte de uma mulher que foi mordida por uma raposa em 2020.

O homem que estava internado com raiva humana no Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), em Campina Grande, teve a morte divulgada na segunda-feira (5). Segundo a direção da Vigilância em Saúde da cidade, a vítima não procurou atendimento médico quando foi mordido por um sagui, em setembro de 2025.

De acordo com o Ministério da Saúde, a raiva é uma doença grave causada pelo vírus do gênero Lyssavirus, da família Rhabdoviridae, que afeta mamíferos, incluindo pessoas. Ela provoca inflamação no cérebro e, se não for tratada a tempo, quase sempre leva à morte.

A raiva é transmitida ao homem pela saliva de animais infectados, principalmente por meio da mordedura, podendo ser transmitida também pela arranhadura e/ou lambedura desses animais. O período de incubação é variável entre as espécies, desde dias até anos, com uma média de 45 dias no ser humano, podendo ser mais curto em crianças.

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