Grupos do presidente Lula e de Flávio Bolsonaro mobilizados em Pernambuco contra a abstenção

No primeiro fim de semana de campanha do segundo turno, o alvo dos articuladores políticos em Pernambuco atende pelo nome de abstenção: 1.312.388 eleitores não apareceram nas urnas, fora os mais de 300 mil votos brancos e nulos.
O desafio do campo progressista e da extrema-direita será arrancar a militância do sofá e buscar o voto no asfalto. No estado, o presidente Lula (PT) teve 3.553.971 votos (63,45%), enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registrou 1.738.043 votos (31,03%). Os QGs de campanha revelam estratégias e ritmos opostos.
No PT, o clima é de operação fênix. O partido ligou o motor turbo e reuniu representantes de dez siglas: PT, PV, PCdoB; Psol; PDT; PSB; MDB; Republicanos; Rede e Cidadania, colocando na mesma mesa o presidente estadual Carlos Veras e os senadores Humberto Costa e Teresa Leitão ao lado de líderes como Sileno Guedes, Raul Henry e Ivan Moraes.
O plano é reforçar a mobilização nas ruas em universidades e sindicatos e virar votos para Lula.
Do lado da direita, o coordenador da campanha, Mendonça Filho, e o deputado Alberto Feitosa apostam na articulação individual de vereadores, prefeitos, comerciantes e líderes locais para reforçar a candidatura de Flávio Bolsonaro.





